Nunca chame um militonto da "esquerda" caviar de groucho-marxista. Inevitavelmente, você vai ter que explicar para ele quem foi Groucho e pior, quem foi Marx!
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
O companheiro Delfim Neto
Por falta de "pensadores" para dar crédito a seus devaneios, a "esquerda" caviar se agarra a Delfim Neto, o mago e esponjoso ministro da Economia ditatorial.
Bujão de gás rendado
A humanidade só desenvolveu a inteligência porque foi capaz de produzir e comparar imagens mentais. Quando você vê algo particular, imediatamente seu cérebro procura uma imagem mental padrão para definir o que você vê. É isso que a "esquerda" caviar, que não pertence à humanidade, ignora, todo mundo tem no cérebro a imagem mental padrão de um bujão de gás com rendas.
domingo, 4 de janeiro de 2015
O vulcão latino
Para você que acha que as coisas estão feias na América do Sul, saiba que pode piorar. Cientistas alertam sobre a possibilidade iminente de uma mega explosão vulcânica no Chile (lago vulcânico del Maule). Seria uma tragédia para o clima.
A fórmula da felicidade
A ninfomaníaca concluiu o doutorado em Matemática com louvor ao determinar a fórmula de sua felicidade: F = Pi.K + 2Pi.K...+ n.(Pi.K).
Vossas Excrecências
De calças ou de saias, os ladrões do dinheiro do povo também envelhecem. Mas é fato que eles não merecem o respeito de ninguém, não importando a idade ou o sexo.
sábado, 3 de janeiro de 2015
Dia Nacional de Louvor à Merda
A "esquerda" caviar censura qualquer juízo de valor estético que não esteja na cartilha dos ineptos. Por isso, deve modificar a Constituição e incluir lá uma lei soberana, maior do que qualquer outra, instituindo o dia de louvor à merda, com parágrafos especiais que garantam medidas no meio ambiente para que se preserve o cheiro e a consistência do que tanto gosta.
Um buraco em que tudo cabe
"Estranho objeto penetra o Buraco Negro". -- Só falta agora os néscios do politicamente correto censurarem a Astrofísica.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Dilma, a personificação da estética Kitsch
O mau gosto está na moda, porquanto a moda também se rendeu ao mau gosto. De fato, neste melequento início de século, sem ideologias sinceras e que valham à pena, do homem vazio e sem perspectivas, da educação indigente e da cultura dos bugios que a tudo arremedam e macaqueiam, o mau gosto é apenas mais um penduricalho aos que usam gigantesco piercing naquele órgão povoado pelo vácuo, o cérebro, e que às vezes é vagamente lembrado por seus portadores.
Nas ruas, nos programas televisivos, nas propagandas, ou nas novelas e literatura barata, alguns símios pregam que o genial na vida é ser diferente. Perfeitamente de acordo, a vida não é feita em fotocopiadoras, temos que ansiar ao diverso. Entretanto, esse diverso, esse diferente, pode ser inteligente, porque não há graça alguma em se copiar o estúpido, atributo de quem deixou de pensar por si só. Alguém há de buscar o velho argumento: de gustibus non est disputandum. Sim, isso é uma bela verdade da sabedoria latina: sobre os gostos não se discute. Mas notem bem, os latinos dizem “os gostos” e não o “mau gosto” somente, que é algo perfeitamente discutível.
O mau gosto cínico e militante é um narcótico do mundo moderno e seus sectários vivem em eterno delirium tremens, sempre em crise por não terem dose suficiente de sua droga, mas com faniquitos e gritinhos de contentamento ao determinarem o comportamento do novo homem kitsch – palavra de origem alemã (verkitschen), a qual não tem correlata em nossa língua e que corresponde mais ao menos a objetos de valor estético inferior –. E quem é esse homem kitsch ou quem é essa mulher kitsch?
Ora, olhe ao seu redor. Ordinariamente, eles são cópias pioradas de algum artista, desportista, ou simplesmente de quem está curtindo seus 5 minutos de fama. Têm cara de paisagem e gostam de ser vistos como um coqueiro que nasceu em solo lunar, todavia não passam de oco pau-d’alho em praia barata mesmo. Buscam atenção para o que aparentam ser e jamais para o que são de fato. E o mais importante: nunca ousam coisa inteligente, pois a inteligência está fora de moda, assim como pensar no próprio ridículo.
Sei que você ficou com medo de encontrar um kitsch pelo caminho, ou encruzilhadas. Mas, sinto informá-lo, eles são inevitáveis! São mais comuns do que as flores de plástico, chaveirinho com escudos de time de futebol, anões de jardim, bobagens dos livros de auto-ajuda e músicas do estilo sertanojo e pagodão. Por isso reze muito! E se topar com um ser kitsch não respire! A vulgaridade, a inépcia, a ausência de conteúdo e o mau gosto costumam ser contagiosos.
Dilma discursou para os mesmos orelhudos de sempre
Outro erro grave no discurso de marketeiros feito para a Dilma: ela discursou para os seus aliados e não para conquistar novos adeptos. Na política você não pode perder tempo com os que já estão do seu lado, é preciso convencer e buscar os que estão do outro lado. Duvido que Dilma tenha conseguido um único novo eleitor para o PT com o seu discurso medíocre e fabricado.
Fizeram Dilma vender margarina
Rezo para que os marketeiros aprendam que discurso não é uma peça publicitária com texto para vender margarina, como o escrito para a Dilma ontem. O discurso é uma das mais antigas manifestações da política e exige no seu feitio atributos da antiga arte da Oratória apoiada na Lógica, infelizmente não mais estudadas em nossas escolas. O objetivo do discurso na política é o convencimento das massas por meio da argumentação. Dilma não argumentou, apenas juntou algumas ideias que, sinceramente, não convenceram nem o macaco prego do Passeio Público, como por exemplo, combater a corrupção de mãos dadas com os Sarney, Maluf e Renan Calheiros. O gestual também é parte importante do discurso.
A opção preferencial de Dilma pela mediocridade
O discurso de posse da Dilma foi medíocre sob todos os aspectos. Escrito certamente por marketeiros, sem criatividade em estilo, numa pobreza sem tamanho no uso da língua portuguesa, apresentou-se como o abuso da ausência. Faltou tudo nele, notadamente coerência e lógica. Figuras de linguagem foram suprimidas. E quem estudou um pouquinho de oratória sabe que as figuras de linguagem são o apoio fundamental para a eloquência. Sem estilo, sem boa argumentação lógica e sem eloquência é impossível o convencimento. Foi um discurso delirante de palavras ao vento que deixou satisfeitos somente os crentes na doutrina cartilhesca de um governo que começa em agonia e sem rumo definido. Um discurso medíocre e um ministério do mesmo naipe implica num governo medíocre, eis a desgraça.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
Um ministério mal reformado
Dilma fez a "reforma" ministerial como se faz uma reforma num puxadinho para alugar. Tinta de segunda linha, buracos tapados com massa corrida, cola nos tacos soltos. Um serviço bem porquinho.
O paraíso dos pelegos
Só no Brasil sindicalista apoia governo que tem banqueiro dando as cartas e que os direitos trabalhistas são aviltados. Depois a gente chama esse bando de pelego e os caras ficam bravos. Corja comprada!
sábado, 23 de agosto de 2014
Fruet troca seis por meia-dúzia e desagrada turismo de Curitiba
O setor de turismo está na bronca com o prefeito Gustavo Fruet (PDT). Mal puderam "comemorar" a saída de Paulo Colnaghi da presidência do Instituto Municipal de Turismo pois logo foi anunciada a substituição pelo ex-vereador Caíque Ferrante que, assim como Colnaghi, também não é ligado à área. Agentes de turismo reclamam da paralisia que o setor sofreu desde o começo do 'governo' Fruet. Citam, por exemplo, o mal aproveitamento dos eventos referentes à Copa do Mundo para a divulgação de Curitiba. Segundo o próprio prefeito, a principal missão de Colnaghi - que saiu para comandar a campanha de Gleisi Hoffmann (PT) - era assegurar a construção de um Centro de Convenções. |
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
No horizonte
Acordar cedo,
Abrir a cortina dos olhos
E descobrir no horizonte
A beleza do mundo inteiro.
Abrir a cortina dos olhos
E descobrir no horizonte
A beleza do mundo inteiro.
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